O sol quente da tarde castigava a pele corada de Sofia, fazendo a grama sob ela parecer elétrica. Ela estava pressionada firmemente contra a madeira envelhecida do deck, sua pussy virgem aberta e pulsando, escorregadia de umidade natural. Sua respiração engasgou quando o pau enorme do amante mergulhou fundo, esticando seu buraco apertado e doce até o limite absoluto. O cheiro de terra úmida se misturava intoxicantemente com sua excitação musgosa. Ele grunhiu, enterrando o rosto entre seu pescoço e ombro, o sabor salgado de sua pele dominando-o.
"Ah, caralho," ela ofegou, agarrando suas costas, suas unhas cravando. "Coloca seu pau fundo, por favor!"
Ele a atingiu novamente, o estrondo úmido e alto ecoando pelo quintal. Sofia sentiu o tremor sísmico no fundo de seu corpo, uma dor deliciosa e vertiginosa. Seus quadris se arquearam instintivamente, perseguindo o ritmo brutal. Ele se inclinou, segurando seu queixo, seus olhos escuros de necessidade primal. "Você sente isso, vadia? Você foi feita para esse pau fodido." Ela arqueou-se mais alto, um apelo desesperado escapando de seus lábios: "Fode mais forte! Vaza dentro de mim!"
Com um último e explosivo impulso, ele a encheu completamente, uma inundação espessa e escaldante de sêmen irrompendo em seu útero. Sofia gritou, um som de pura e gloriosa libertação, sentindo o líquido quente se acumular ao redor dela. Isso não era apenas sexo; era uma tomada total, suada e gloriosa. Ela já estava implorando por mais.