O ar úmido de verão pairava pesado, denso com o cheiro de pinho e excitação quente e almíscarada. Sofia, uma visão de perfeição japonesa kink, estava presa contra o carvalho antigo, suas calcinhas de renda preta já encharcadas. Eu agarrei seus quadris, sentindo o balanço do seu traseiro magnífico enquanto mergulhava meu pau grosso e pulsante fundo na sua vagina molhada. A respiração dela engasgou, um som rouco e necessitado que se misturava perfeitamente ao zumbido das cigarras. Ela arqueou as costas, seu cabelo loiro escorrendo como uma cachoeira sobre os ombros. "Fode mais forte em mim!" ela ofegou, suas unhas cravando nos meus ombros. Eu a arremessei contra mim novamente, o *baque* úmido e escorregadio ecoando pela floresta. Essa deusa não estava apenas aceitando; ela estava exigindo. Empurrei uma última estocada profunda, observando seu centro se contrair ao redor do meu pênis. "Pega meu pau fundo, bastardo!" ela gritou, seus quadris balançando descontroladamente. O prazer era elétrico, construindo-se até que suas coxas tremeram e ela começou a jorrar, uma maré quente e salgada jorrando para encontrar meu pau. "Ejacula dentro de mim!" ela implorou, seus olhos arregalados e vidrados de pura luxúria. E eu obedeci, inundando suas profundezas escorregadias com uma gigantesca e trêmula carga de sêmen. A sensação gloriosa dos músculos dela apertando meu gozo era o paraíso. Essa creampie ao ar livre era lendária.