O ar úmido cheirava a sal e jasmim maduro, denso com o musgo de uma dúzia de corpos suados. Eu estava prensada contra a casca quente e áspera de uma figueira, meu cabelo escuro grudado no pescoço, mas nada conseguia desviar do calor pulsante entre minhas coxas. Esses melões japoneses gigantes, meus seios, estavam balançando descontroladamente enquanto um pau grosso entrava fundo na minha pussy molhada. Isso não era apenas sexo; era uma orgia primal e insaciável ao ar livre.
Um segundo homem gemeu, suas mãos agarrando meus quadris, enquanto outro começava a beijar meu pescoço, saboreando o suor salgado. A pressão era incrível—um assalto implacável e glorioso. "Fode mais forte em mim!" eu ofeguei, arqueando as costas enquanto o primeiro pau encontrava um ritmo perfeito e moedor. Os sons molhados e de tapa de carne contra carne ecoavam pelo jardim, pontuados pelos gritos guturais da multidão. Senti o calor do sêmen se acumulando, uma maré de sêmen grosso e quente se acumulando dentro de mim.
"Coloca meu pau fundo!" gritei, minha voz rouca, enquanto o segundo homem avançava, encontrando a força do primeiro. A sensação de estar completamente cheia, esticada ao limite, era divina. Uma terceira mão acariciava minha barriga, bem acima do epicentro pulsante. Apertei as pernas, implorando: "Ejacula dentro de mim! Me acasala, seus bastardos sujos!" O último e explosivo surto atingiu, cobrindo meu interior com um sêmen puro e glorioso.