O musgo da pele de Sofia, doce e selvagem, encheu o pequeno quarto enquanto ela se ajoelhava diante de mim. Seu cabelo escuro e sedoso caía sobre a madeira de mogno, emoldurando um rosto ruborizado com antecipação perversa. Ela não estava apenas sugando; ela estava reivindicando meu pau. Sua pegada era possessiva, sua língua um pistão quente e escorregadio empurrando fundo na crista sensível. O som úmido e rítmico de *slurp-schlop* ecoava pelas paredes, trilha sonora de puro e desesperado prazer. Ela me tomou até a base, ordenhando cada centímetro, sua garganta esticando visivelmente ao redor do eixo grosso.
Eu grunhi, segurando seus quadris, sentindo a pressão intensa e pulsante da sucção dela. Seus olhos, arregalados e escuros, fixaram-se nos meus, um desafio silencioso. "Fode mais forte em mim, Papai," ela ofegou, recuando apenas o suficiente para deixar um fio de saliva salgada escorrer. Ela mergulhou novamente, pegando a glande com intensidade brutal. "Pega meu pau fundo, bebê," ela sussurrou, sua voz rouca pelo esforço. Senti a onda inevitável se formando, o calor se acumulando em minha barriga. Com um mergulho final, profundo e ganancioso, ela me engoliu inteiro. "Cume dentro de mim!" ela exigiu, seus quadris balançando violentamente, prometendo um final glorioso e encharcado de sêmen.