O ar no quarto do penthouse estava denso, pesado com o cheiro almíscar de perfume caro e sexo cru e desesperado. Sofia, aquela gostosa japonesa, não estava apenas sugando; ela estava devorando. As mãos dela agarravam meus quadris como grampos de ferro enquanto meu pau enorme martelava sua garganta, escorregadio com pré-gozo. O som úmido e gutural dela engasgando contra meu pênis ecoava nas paredes de vidro. Ela recuou apenas o suficiente para deixar eu ver o brilho lustroso em seus lábios, os olhos vidrados de pura luxúria. "Fode mais forte em mim!" ela ofegou, as palavras abafadas ao redor da grossa coluna do meu pau. A língua dela girava ao redor da glande, saboreando o salgado da minha excitação antes de mergulhar de volta, tomando cada centímetro. Meus dedos afundavam nas suas perfeitas nádegas enquanto ela trabalhava, provocando o ponto sensível logo acima da sua vagina. "Pega meu pau fundo, Sofia!" eu rosnei, impulsionando em um último e punitivo golpe. Os quadris dela se agitavam descontroladamente contra os meus. Um arrepio percorreu seu corpo, e então aconteceu—um jato quente e espesso de sêmen inundou sua boca, seguido por um gemido desesperado. "Joga dentro de mim!" ela implorou, antes de finalmente cuspir a evidência no meu peito.