O vapor no chuveiro estava denso, cheirando a musk de coco caro e pele quente e úmida. Minhas tetas grandes e pesadas balançavam descontroladamente enquanto me inclinava sobre a borda de porcelana, escorregadia de água. Ele agarrou meus quadris, os nós dos dedos brancos, me prendendo contra o azulejo da parede. O pau dele, grosso e pulsante, já estava lubrificado com a minha umidade, e o gosto salgado dele era intoxicante. Engoli ele fundo, engolindo cada centímetro daquele comprimento duro e lindo, minha garganta se flexionando ao redor da circunferência. O som de sua respiração ofegante misturava-se ao jato do spray—um tapa úmido e rítmico contra meu decote. Ele gemeu, seus quadris avançando, enterrando seu pênis além do meu reflexo de ânsia. "Fode mais forte em mim, caralho!" ele rugiu, a voz abafada pelo spray. Meus dedos se enroscaram no cabelo molhado dele, puxando-o para mais perto, exigindo mais fricção. "Pega meu pau fundo, bicho!" eu ofeguei, meus olhos revirando enquanto ele finalmente atingia o ponto certo, enviando um tremor sísmico por todo o corpo dele. Senti a onda quente e viscosa do sêmen dele inundando minha boca, cobrindo minha língua. "Vaza dentro de mim!" gritei, mesmo estando ele ainda enterrado na minha garganta, um apelo final e desesperado enquanto ele bombeava a última onda explosiva.